Home • Notícias
Notícias
Ensino de educação a distância cresce nas regiões sul e sudeste do Brasil
08/10/2013
Eixo sul-sudeste conta com 53% de estudantes na rede EAD, mas as outras regiões precisam evoluir. Flexibilidade chama a atenção dos alunos

Eixo sul-sudeste conta com 53% de estudantes na rede EAD, mas as outras regiões precisam evoluir. Flexibilidade chama a atenção dos alunos

 

Mesmo com o crescimento dos cursos a distância nos últimos anos, a rede EAD (Ensino de Educação a Distância) ainda não conseguiu aproveitar todo o potencial do território brasileiro para alcançar estudantes nas áreas mais isoladas do país.

Um estudo feito nos últimos cinco anos apontou que a maior concentração de matriculados em cursos a distância se encontra no eixo sul-sudeste, com 53% de estudantes. A maioria dos alunos se localiza nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

'Trata-se de regiões bem desenvolvidas tecnologicamente, com maior concentração de trabalho e, conseqüentemente, a cobrança das empresas quanto à preparação do trabalhador é mais exigida, e o EAD consegue suprir esta demanda', afirmou a professora Wania Madeira, diretora da empresa Nasce e Tece: Reengenharia Educacional.

Enquanto isso, no nordeste, o número de matrículas para cursos EAD chega a 35% do total de alunos cursando esta modalidade. Já a situação nas regiões centro-oeste e norte é mais grave, já que o percentual chega a 5,5% e 6%, respectivamente.

'Existe algo neste sentido (fraca gestão dos polos), mas o acesso à tecnologia nas regiões nordeste, norte e centro-oeste é bem menor, ou seja, há menos investimento em suporte tecnológico. Outro fator que também pesa para o pouco público em EAD nessas regiões é a forte ligação delas com o ensino presencial', completou Wania Madeira.

Inicialmente, a proposta da rede de educação a distância era de atender bem a todas as regiões do país, mesmo as mais remotas. No momento, as autoridades que cuidam do ensino EAD tentam fazer de tudo para melhorar a gestão dos polos para atrair mais adesões. 

'Na verdade o MEC deveria investir mais em tecnologia e acabar com o regime de polos no ensino a distância, já que o EAD é a modalidade que o aluno pode fazer tudo via Internet', destacou Nelson Boni, CEO do Grupo Educa Mais, empresa emergente no ensino EAD.

Em meio à evolução da tecnologia, o MEC (Ministério da Educação) segue trabalhando na criação de mecanismos para que os polos mais remotos tenham a mesma estrutura das regiões sul-sudeste, onde se concentra o maior contingente de matriculados. Investir numa melhor infraestrutura é primordial para que o EAD possa atingir com mais eficácia as regiões mais isoladas do país, já que esta modalidade chamou a atenção por causa da flexibilidade oferecida ao aluno.

'Os alunos estão optando pelo curso a distância por conta do tempo (flexibilidade), custo-benefício e qualidade. Enquanto os cursos presenciais não estão preocupados com a evasão, o EAD se importa com uso maciço da tecnologia, investindo no Ambiente Virtual do Aluno (AVA), que é a plataforma de estudo, na qual o estudante tem acesso às aulas, acervos digitais, apostilas, chats e entre outras ferramentas', declarou Grisiela Reis, gerente do Grupo Educa Mais.  

 

Rodrigo Pinheiro da Costa Castilho – Jornalismo FMU – 2º semestre

 

Cursos Já Visitados
Grupo Educamais nofacebook
Está div só irá aparecer em resoluções menores de 480px (uma medida utilizada especialmente para celulares, mas ela pode variar dependendo da versão do celular).

Exemplos:
Iphone 4 e 4S => 480px (deitado) e 320px (em pé);
Iphone 5 e 5S => 568px (deitado) e 320px (em pé);
Iphone 6 => 667px (deitado) e 375px (em pé);
Galaxy S4 => 640px (deitado) e 320px (em pé);
Galaxy S5 => 640px (deitado) e 360px (em pé);
  • Envie-nos suas Dúvidas