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Como a quarentena atraiu varejistas para o e-commerce
13/08/2020
Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro faturou 56,8% a mais nos cinco primeiros meses de 2020 em comparação com o período do ano passado

Neste período de distanciamento social o e-commerce se reafirmou como poderosa ferramenta de vendas, atraindo a atenção de empresas de todos os portes para essa promissora fatia do mercado. Motivados pelo equilíbrio dos negócios, empreendedores dos mais variados segmentos estão (re)descobrindo o e-commerce. Se em algumas cidades é inviável abrir as portas do comércio não essencial, como manter as operações? Para muitos gestores, o varejo online foi a melhor resposta para essa preocupação, seja reforçando a presença em aplicativos e redes sociais, seja lançando loja virtual própria ou ingressando em grandes marketplaces.

Além disso, um levantamento divulgado pelo Mercado Livre que mostra as categorias mais buscadas por nós em tempo de coronavírus: Saúde (300%), Alimentos (164%) e Casa, Móveis e Jardim (84%).

Antes da pandemia, ainda havia certa resistência em relação ao e-commerce: será que vale a pena o investimento? Não é apenas uma vitrine? Bem, os números mostram que essas dúvidas não têm mais espaço entre nós. Evidentemente que dar esse passo demanda investimento e alguns riscos, assim como qualquer decisão de quem decide empreender. Não tenha medo! Minha dica é estudar segmento, concorrentes, logística e plataformas para encontrar as melhores estratégias para O SEU negócio. O varejo online não é apenas uma vitrine, nem mesmo uma tendência, é realidade.

Do ponto de vista técnico, esse movimento do mercado tem muito a nos ensinar sobre gestão, comportamento do consumidor, marketing digital e tecnologia. Sim, não podemos esquecer a importância da tecnologia a favor do e-commerce, afinal, é preciso contar com uma boa estrutura de hardware e softwares. Sendo totalmente online ou multiplataforma, suas operações devem estar sincronizadas para evitar imprevistos com estoque, fluxo de caixa, pagamentos/cobranças, emissão de nota fiscal, prazos de entrega e outros. Felizmente, o mercado brasileiro conta com diversas soluções voltadas para o varejo online – desde os pequenos até os mais robustos, dos iniciantes aos mais experientes.

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